Lula afirma confiança na vitória e critica ligação de adversário com milícias

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Neste sábado (24), véspera do segundo turno das eleições presidenciais, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) expressou confiança em sua vitória. Durante um ato em Copacabana, no Rio de Janeiro, Lula afirmou que “os brasileiros não podem levar um miliciano para o Palácio do Planalto”. Ele ressaltou a importância de convencer a sociedade sobre os riscos que a democracia enfrenta.

Lula também comentou sobre as suspeitas de vínculos de Flávio Bolsonaro com milicianos, que surgiram durante seu mandato como deputado estadual. Ele enfatizou que a mudança desejada pelo povo deve ser para melhor, e não um retrocesso, citando os danos causados pela gestão anterior.

O candidato à reeleição prometeu concluir obras inacabadas no Rio e mencionou investimentos federais na Baixada Fluminense. Em uma declaração polêmica, Lula afirmou que irá “brigar para tomar a ilha de Willer Tomaz e de Flávio Bolsonaro”, referindo-se a uma disputa envolvendo o jogador Richarlison e um imóvel em Angra dos Reis.

Além disso, Lula criticou Flávio Bolsonaro por sua atuação no caso da menina Ana Clara, que foi assassinada em 2021. O presidente questionou o cinismo do adversário ao abordar o tema e destacou o erro cometido por Flávio ao se referir à mãe da criança.

Durante o ato, Lula também fez outras afirmações, como a de que Flávio privatizaria o SUS e desfaria a escala 6×1, além de convocar seus apoiadores a mobilizarem eleitores para o dia da votação.

Com informações do G1.

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