Neste domingo (25), eleitores de Bauru (SP) que residem no exterior se preparam para participar do segundo turno das eleições de 2026. Apesar da distância, a vontade de exercer a cidadania e influenciar o futuro do Brasil é forte entre eles.
Adham Marin, jornalista e estudante de medicina de 31 anos que vive em Buenos Aires, Argentina, transferiu seu título de eleitor logo após sua mudança em 2022. Para ele, votar é um direito conquistado com muito esforço e um ensinamento familiar. No primeiro turno, enfrentou dificuldades, mas reafirma que não desistirá de votar, mesmo que tenha que encarar longas filas e chuva novamente.
Por outro lado, Sabrina Mårtensson, professora que reside em Estocolmo, Suécia, desde 2015, também fará sua primeira votação no exterior após transferir seu título em 2025. Ela acredita que morar fora não diminui sua conexão com o Brasil e considera essencial participar das decisões que afetam o país.
Ambos os eleitores expressam a expectativa de que o segundo turno seja um momento de respeito e participação democrática. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informa que mais de 900 mil brasileiros no exterior estão aptos a votar, distribuídos em 134 países, reafirmando a importância do voto para a comunidade brasileira fora do país.
Os brasileiros que residem fora do Brasil votam apenas para presidente e vice-presidente. É obrigatório para alfabetizados entre 18 e 70 anos e facultativo para jovens de 16 e 17 anos, além de pessoas com mais de 70 anos e analfabetos. A votação ocorre em embaixadas e consulados, seguindo o fuso horário local.
Com informações do G1.
