
A Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) está analisando amostras de água coletadas no córrego Anhumas e no Rio Atibaia para determinar a extensão da contaminação. A contaminação foi causada pelo vazamento de diesel proveniente de uma carreta que tombou na tarde de segunda-feira (12) em uma alça de acesso da Rodovia D. Pedro I (SP-065), em Campinas. O veículo transportava 45 mil litros de combustível no momento do acidente.
De acordo com a Cetesb, parte do diesel vazou para um córrego próximo, enquanto o restante foi contido em diques de contenção às margens da rodovia. As análises das amostras são essenciais para identificar o impacto ambiental do vazamento e definir as medidas administrativas e de remediação que deverão ser aplicadas.
O tombamento da carreta resultou na interdição da alça de acesso que liga a Rodovia D. Pedro I à Rodovia Governador Doutor Adhemar Pereira de Barros (SP-340), conhecida como Campinas-Mogi. Felizmente, não houve feridos no incidente. A carreta foi removida do local na manhã desta terça-feira (13), por volta das 10h20, após ser destombada.
Apesar da remoção do veículo, a alça de acesso permaneceu bloqueada durante boa parte do dia para os trabalhos de limpeza da pista. A liberação para o tráfego ocorreu apenas no período da tarde. O bloqueio causou transtornos significativos para os motoristas que utilizavam a D. Pedro I no sentido Jacareí e precisavam acessar a Campinas-Mogi no sentido Jaguariúna.
A concessionária Rota das Bandeiras, responsável pela administração do trecho, informou que o congestionamento chegou a atingir 7 km no pico, registrado por volta das 9h da manhã de terça-feira. O motorista da carreta relatou ter perdido o controle da direção, o que levou ao tombamento do veículo na alça de acesso. Para desviar do bloqueio, os motoristas foram orientados a seguir pela D. Pedro I por cerca de 2 km, realizar o retorno no Galleria Shopping e acessar a Campinas-Mogi pela pista norte, no sentido Anhanguera.
