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Nova concessionária do Aeroporto do Galeão, a espanhola Aena planeja aumentar destinos internacionais e a frequência de voos no terminal. A empresa também anunciou investimentos em infraestrutura no local.
A Aena, concessionária espanhola responsável pelo Aeroporto Internacional Tom Jobim/Galeão desde a semana passada, anunciou nesta terça-feira (13) a intenção de expandir a oferta de destinos e aumentar a frequência de voos no terminal carioca. O contrato de concessão do aeroporto é válido até 2039.
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Em coletiva de imprensa, a empresa detalhou que pretende incrementar em mais de 50 voos semanais para nove destinos internacionais já existentes até janeiro de 2027, incluindo Paris, Miami e Lisboa. Além disso, a Aena planeja a retomada ou criação de rotas para outras nove cidades estrangeiras no mesmo período, como Nova York, Toronto e Lima.
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A movimentação de passageiros no Galeão, que fechou 2023 com cerca de 19 milhões de pessoas, tem potencial para atingir 37 milhões anualmente, segundo a concessionária. O ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca, destacou a vocação do Galeão para o turismo internacional, comparando-o a Guarulhos e ressaltando a infraestrutura e a beleza do Rio de Janeiro como fatores favoráveis.
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A Aena também informou que coordenará investimentos de R$ 1 bilhão em três anos, através de parceiros, para a construção de um hotel com mais de 232 quartos, um novo galpão logístico e um hangar de manutenção de aeronaves para a Gol. Reformas em elevadores e esteiras de bagagem também estão previstas, embora o montante a ser investido pela concessionária nas terminais não tenha sido divulgado.
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Quanto à reabertura do Terminal 1, fechado há uma década, a Aena afirmou que a decisão dependerá da demanda por novos voos e do aumento do fluxo de passageiros. O ministro Tomé Franca reiterou que o fim das restrições de passageiros no Aeroporto Santos Dumont está previsto para 2029, com aumentos graduais até lá.
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Franca explicou que qualquer alteração que limite a progressão dessas restrições no Santos Dumont, originalmente planejadas para 8,5 milhões de passageiros em 2027, 9,5 milhões em 2028 e sem restrições em 2029, implicará em uma renegociação do contrato de concessão do Galeão, em prejuízo para a concessionária.
