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Candidatos à Presidência da República marcaram o 7 de Setembro com eventos públicos, discursos sobre segurança, economia e críticas a instituições. Agendas variaram entre atos cívicos e manifestações políticas.
Presidenciáveis de diferentes partidos cumpriram agendas públicas na segunda-feira (7), data em que se comemora a Independência do Brasil. As atividades incluíram participação em atos alusivos ao feriado, entrevistas e manifestações políticas em diversas cidades do país, refletindo as estratégias de campanha de cada concorrente ao Planalto.
Cláudia Costin (DC) participou de um ato na Avenida Paulista, em São Paulo, após conceder entrevista a um canal de notícias. Durante sua participação em um evento do 7 de Setembro, defendeu a ampliação da presença feminina em cargos públicos, argumentando que países com maior representatividade de mulheres no poder tendem a apresentar menores índices de corrupção e empresas lideradas por mulheres são mais lucrativas.
Em São Paulo, Flávio Bolsonaro (PL) marcou presença em um ato na Avenida Paulista, próximo ao Masp. Em seu discurso, dirigiu críticas a membros do Supremo Tribunal Federal (STF) e defendeu maior responsabilização para ministros que cometerem irregularidades, visando restaurar a credibilidade do Judiciário. Abordou também a segurança pública, propondo classificar facções criminosas como narcoterroristas, além de defender a redução da maioridade penal, a castração química para agressores e a ampliação do tempo de prisão para roubo de celular.
Hertz Dias (PSTU) esteve presente no Grito dos Excluídos em Cajamar (SP), onde enfatizou a importância da defesa dos direitos trabalhistas, do controle público dos recursos naturais e da soberania nacional. Ele argumentou que o Brasil precisa se desvencilhar da subordinação a potências estrangeiras que ditam os rumos da economia e do comércio do país.
Romeu Zema (Novo) realizou um ato na Avenida Paulista, em São Paulo, propondo mudanças na forma de indicação de ministros para tribunais superiores. Caso eleito, pretende nomear indivíduos com mais de 60 anos e com sólida carreira acadêmica, com maior participação de instituições jurídicas na seleção dos nomes.
Ronaldo Caiado (PSD) cumpriu agenda em Goiânia (GO), acompanhando o desfile de 7 de Setembro. Ele destacou a necessidade de o país avançar no combate ao crime organizado, afirmando que, se eleito, adotará medidas rigorosas para enfrentar a criminalidade e garantir que os cidadãos se sintam seguros para circular e trabalhar.
Outros candidatos como Edmilson Costa (PCB) estiveram em Lisboa para agendas do partido, enquanto Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não realizou eventos públicos de campanha. Renan Santos (Missão) defendeu punições mais severas para ministros do STF, incluindo afastamento e prisão, em um ato no Parque Ibirapuera. Rui Costa Pimenta (PCO) participou do Grito dos Excluídos em São Paulo, defendendo a escala móvel de salários.


