Márcio Tuma foi aclamado presidente do Paysandu para o biênio 2027/28, liderando a chapa “Papão da Curuzu”. A eleição ocorreu na sede social do clube em Belém, no dia 3 de outubro, com votação realizada entre 16h e 21h.
A votação foi feita por cédulas de papel, em conformidade com a Resolução TSE nº 22.685/2007, que proíbe o uso de urnas eletrônicas em períodos próximos a eleições oficiais. A apuração dos votos foi mais demorada devido a essa mudança, já que o segundo turno das Eleições Gerais ocorreu em 25 de outubro de 2026.
Márcio Tuma, que já ocupava a vice-presidência, assumiu após a renúncia do presidente Roger Aguilera em dezembro de 2025, quando o clube enfrentou um rebaixamento. Tuma é sócio do Paysandu desde 2006 e já ocupou cargos importantes na gestão do clube.
Durante sua gestão anterior, Tuma lidou com uma crise financeira e apresentou um plano de reestruturação. Apesar de um elenco modesto, o Paysandu conquistou títulos importantes, mas não conseguiu o acesso à Série B.
Além da nova diretoria, os associados elegeram 25 membros para o Conselho Deliberativo e cinco para o Conselho Fiscal. No entanto, do lado de fora da sede, torcedores protestaram contra a atual gestão, demonstrando descontentamento com a situação do clube.
