Justiça exige informações da Meta sobre postagens após morte em rope jump

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A Justiça de Limeira, SP, determinou que a Meta, empresa responsável pelo Facebook, WhatsApp e Instagram, informe se o grupo ‘Entre Cordas’ excluiu postagens após a morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, ocorrida em 13 de junho deste ano durante um salto de rope jump. Além disso, a Meta deve esclarecer os motivos da desativação da conta do grupo.

A decisão judicial foi motivada por um pedido da defesa de Evelyne dos Santos Gonçalves, uma das quatro pessoas presas e apontada como responsável pelo grupo. Inicialmente, a Justiça havia ordenado a reativação da conta, mas o acesso não foi possível devido a um código de verificação enviado para um celular desconhecido.

Com a nova determinação, a Justiça solicitou informações sobre a possível exclusão de postagens a partir da data do acidente e os motivos que levaram à desativação da página. O g1 tentou contato com a Meta, mas não obteve resposta até a última atualização.

Paralelamente, a Justiça concluiu os depoimentos das testemunhas e de Evelyne. Os depoimentos dos outros três réus, que são instrutores do salto, estão agendados para hoje. Todos os réus respondem por homicídio qualificado, com Evelyne também enfrentando acusações de fraude processual.

O Ministério Público alega que os responsáveis pelo salto tinham conhecimento dos riscos envolvidos, mas não tomaram as devidas precauções, como a verificação da corda de segurança. O caso levanta questões sobre a segurança nas práticas de esportes radicais e a responsabilidade dos organizadores.

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