As montanhas brasileiras estão encolhendo? Serras mudaram ao longo de milhões de anos

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Serra do Mar Divulgação/EPR Litoral Pioneiro. Elas parecem imóveis, mas as montanhas também mudam.

Em uma escala de milhões de anos, chuva, rios, intemperismo e erosão retiram material das serras e ajudam a redesenhar o relevo. No Sudeste brasileiro, pesquisas mostram que esse processo ocorre na Serra do Mar e na Serra da Mantiqueira.

📱 Acompanhe o Terra da Gente também no Instagram Um estudo publicado no Journal of South American Earth Sciences analisou 30 bacias hidrográficas nessas duas serras e encontrou taxas médias de denudação (conjunto de processos naturais que desgastam, rebaixam e removem as camadas superiores da crosta terrestre) entre 9,2 e 37,1 metros por milhão de anos. Mas isso significa que as montanhas brasileiras estão simplesmente ficando menores?

A história do relevo envolve uma combinação de erosão, denudação e movimentos tectônicos. Em diferentes períodos geológicos, áreas hoje ocupadas por serras também passaram por episódios de soerguimento.

Por isso, a paisagem atual é resultado de uma longa disputa entre processos que elevam, desgastam e reorganizam a superfície terrestre. Veja mais notícias do Terra da Gente, no g1: VÍDEO: Beija-flores trocam bicadas e protagonizam disputa no chão e no ar em Eldorado (SP) ‘EXPERIÊNCIA MARAVILHOSA’: Peixes-lua são encontrados no mar de Ilhabela; veja o vídeo ASSISTA AO TG: Serra do Japi abriga um dos menores vertebrados do mundo; conheça o sapo-pingo-de-ouro Até 37 metros por milhão de anos No estudo de 2016, a menor taxa média registrada foi de 9,2 metros por milhão de anos, no planalto da Serra do Mar.

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