
“Ranking” compartilhado em grupo de aplicativo de mensagens expunha e avaliava alunas com termos de teor sexual e depreciativo Redes Sociais/Reprodução Chegou a 10 o número de vítimas que denunciaram à Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) a exposição em um “ranking” sexual que avaliava alunas de uma instituição de ensino superior de Presidente Prudente (SP). A apuração foi aberta no dia 21 de agosto.
Em nota, a Polícia Civil também afirmou que as investigações sobre o caso continuam, com apuração dos fatos e responsabilização dos envolvidos. Até esta segunda-feira (24), cinco pessoas eram investigadas.
📲 Participe do canal do g1 Presidente Prudente e Região no WhatsApp O “ranking” era formado por fotos das estudantes, retiradas das redes sociais sem autorização das vítimas, e distribuído em um grupo fechado de aplicativo de mensagens. As imagens eram acompanhadas de comentários e classificações ofensivas de teor sexual e depreciativo, como “comível” e “deliciosíssima”.
Após o vazamento do conteúdo da lista, protestos foram realizados na entrada do campus II da Universidade do Oeste Paulista (Unoeste), às margens da Rodovia Raposo Tavares (SP-270). O coletivo “Frente pela Vida das Mulheres” classificou o episódio como um ato de “misoginia organizada” e “uma prática de objetificação, constrangimento e humilhação”.
Uma das universitárias expostas no “ranking” disse que teve uma crise de ansiedade quando viu a foto dela e das colegas na lista. “O homem que fez a edição mesmo era meu amigo de turma, sentava do meu lado, sabe?


