O Flamengo recorreu a precedentes da Conmebol para pleitear uma vaga na final da Libertadores, após a eliminação nos pênaltis para o Estudiantes. O clube se baseia em cinco casos de escalações irregulares, incluindo a do jogador Marcos Rojo, que atuou na semifinal disputada no Maracanã.
Um dos exemplos citados é o da Chapecoense, que em 2017 foi punida por escalar Luiz Otávio, que estava suspenso. A Conmebol retirou os pontos da equipe brasileira, resultando em uma derrota por 3 a 0 para o Lanús, o que culminou na eliminação da Chapecoense.
Outro caso relevante ocorreu em 2018, quando o San Lorenzo denunciou a escalação irregular de Jonathan Requena, do Deportes Temuco. A Conmebol decidiu a favor do San Lorenzo, que venceu a partida por 3 a 0, garantindo sua classificação.
Além disso, o Flamengo também se apoia em situações como a do River Plate, que não sofreu penalidades mesmo após a escalação irregular de Bruno Zuculini, e a do Santos, que teve seu empate com o Independiente transformado em derrota por 3 a 0 devido à escalação indevida de Carlos Sánchez.
Marcos Rojo, que foi contratado pelo Estudiantes em uma transferência conturbada, foi escalado mesmo sem a documentação necessária. O Flamengo, ciente da situação, avisou que reivindicaria os pontos se o jogador fosse utilizado. O artigo 19 do Código Disciplinar da Conmebol prevê que a equipe responsável pela escalação irregular será considerada perdedora da partida por 3 a 0.
