OEA pede respeito à vontade dos eleitores nas eleições brasileiras

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José Miguel Insulza, chefe da missão de Observação Eleitoral da Organização dos Estados Americanos (OEA) no Brasil, elogiou a transparência e a confiabilidade do sistema eleitoral brasileiro durante a supervisão das eleições deste domingo (25). Ele pediu aos eleitores que “respeitem e aceitem a vontade cidadã expressa nas urnas”.

A OEA está presente no Brasil desde o primeiro turno das eleições, realizado em 4 de outubro, e retornou para acompanhar o segundo turno, onde os brasileiros votam para escolher o presidente e governadores em cinco estados e no Distrito Federal. Com mais de 158 milhões de eleitores, a disputa presidencial deste ano é considerada uma das mais acirradas da história do país.

Insulza, ex-senador e ex-ministro das Relações Exteriores do Chile, destacou a robustez do sistema eleitoral brasileiro, que é respaldado por uma reconhecida capacidade técnica e experiência em processos eleitorais. Ele observou que a votação ocorreu de forma tranquila e segura nos locais visitados.

O chefe da missão da OEA enfatizou a importância de aguardar os resultados oficiais do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com calma e pediu que todos respeitem a decisão dos eleitores. A OEA já enviou missões ao Brasil em outras eleições, e esta é a quinta vez que a organização realiza essa observação.

Além de sua atuação no Brasil, a OEA também tem um histórico de críticas a processos eleitorais na região. Em julho de 2024, a organização não reconheceu a vitória de Nicolás Maduro na Venezuela, alegando distorções nos resultados e irregularidades no processo eleitoral.

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