Dia do Feirante: de geração em geração, região de Campinas soma 10,7 mil negócios ligados às feiras

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Barraca ‘Dona Amélia’ no ano de 1989, em Campinas Arquivo pessoal/Sérgio Nacazato Às 4h30 da manhã, enquanto boa parte da cidade de Campinas (SP) ainda dormia, Sérgio Nacazato chegava à feira para montar, pela primeira vez, a barraca de pastel da família. Era 1978, ele tinha 16 anos e, junto do pai e dos irmãos, começava uma rotina que se estenderia por quase cinco décadas.

“Eu lembro como se fosse hoje, primeiro dia de feira. É inesquecível”, conta Sérgio, hoje com 64 anos.

A história da família no comércio começou quando um amigo do pai de Sérgio decidiu vender uma barraca de pastel. O pai assumiu o negócio e levou os filhos para ajudar.

No início, o trabalho era todo manual, feito por Sérgio, um irmão e uma irmã. “Era praticamente 20 horas por dia trabalhando.

Mas meu irmão e eu encaramos […] Para melhorar de vida, a gente tem que trabalhar”, lembra. A trajetória de Sérgio ajuda a mostrar uma atividade que segue presente em Campinas e em outras cidades da região.

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