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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva concluiu sua campanha para o primeiro turno das eleições com uma grande manifestação em São Paulo. Em seu discurso, ele abordou temas como educação, direitos humanos e criticou o que chamou de “barbárie”.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva encerrou a campanha eleitoral para o primeiro turno das eleições com um ato público neste sábado (3) no centro de São Paulo. Milhares de apoiadores acompanharam a caminhada “Brasil Pronto pra Mais”, que se estendeu da Avenida Paulista até a Praça Roosevelt.
Durante o evento, Lula discursou para a multidão, destacando a importância do voto como um ato democrático e conclamou especialmente os eleitores com mais de 70 anos, cujo voto é facultativo, a comparecerem às urnas. Ele apresentou a eleição como um contraste entre a democracia, que defende direitos humanos, educação e ciência, e a “barbárie”, associada ao desmonte de ministérios importantes.
O presidente enfatizou a necessidade de reconstrução de políticas públicas e anunciou que um futuro mandato seria dedicado a uma “revolução educacional e tecnológica” no país. Lula reiterou seu compromisso com o povo brasileiro, a educação e a soberania nacional, declarando que lutaria pela força da população contra a “extrema-direita, os fascistas e os negacionistas”.
A manifestação contou com a presença de figuras políticas importantes, como o vice de Lula, Geraldo Alckmin, e o candidato ao governo de São Paulo, Fernando Haddad, além das candidatas ao Senado Marina Silva e Simone Tebet, e a primeira-dama Janja Lula da Silva. Eles participaram do ato em carro aberto.
Em seu pronunciamento, Lula também mencionou investigações relacionadas a descontos indevidos no INSS e ao caso do Banco Master, citando a prisão de um acionista como um reflexo das ações de seu governo contra irregularidades. Ele associou essas ações à “quadrilha da Previdência Social” criada na gestão anterior.
