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Candidatos à Presidência da República intensificaram campanhas com caminhadas, reuniões e discursos focados em temas como corrupção, segurança e propostas para jovens. Lula criticou STF, enquanto Flávio Bolsonaro apresentou planos para juventude.
A disputa presidencial seguiu ativa neste fim de semana com os candidatos à Presidência da República realizando diversas atividades de campanha. A agenda incluiu atos públicos, caminhadas, reuniões estratégicas, entrevistas e gravações para programas eleitorais. Temas como as investigações envolvendo o Banco Master, a atuação do Supremo Tribunal Federal (STF), segurança pública, combate à corrupção e iniciativas voltadas para a juventude estiveram em pauta.
Em Curitiba no sábado (12), Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a expressar críticas ao STF, mencionando vazamentos de investigações com caráter eleitoreiro e o levantamento do sigilo de processos do Banco Master. Lula declarou a importância de expor todos os fatos para que a verdade venha à tona. Ele também fez menção a reportagens sobre a ligação de empresas ligadas a Flávio Bolsonaro com um indivíduo investigado por fraudes contra aposentados e pensionistas do INSS, destacando ações de seu governo para combater a corrupção e recuperar valores desviados.
No domingo (13), a agenda de Lula foi mais restrita, consistindo em uma reunião online com apoiadores e comunicadores para encerrar a mobilização denominada “Dia 13 com Lula”. No sábado, Augusto Cury (Avante) cumpriu agenda em São Paulo, com reuniões com médicos em Barueri e uma caminhada pelo Mercado Municipal, onde apresentou propostas a comerciantes e eleitores. Cury, com uma camiseta que dizia “Nem Picanha, nem fuzil”, criticou a corrupção e eventos recentes envolvendo o STF, posicionando-se como uma alternativa à política tradicional e defendendo medidas de apoio a famílias endividadas.
O candidato Flávio Bolsonaro (PL) esteve em cidades do Rio de Janeiro no sábado (12), incluindo Cabo Frio, Magé, Campos dos Goytacazes e Itaperuna. Seu discurso focou em propostas para jovens, como a permissão para tirar carteira de motorista aos 16 anos, programas de empreendedorismo e a discussão sobre a redução da maioridade penal em casos específicos. Bolsonaro também defendeu a flexibilização de regras ambientais para atrair investimentos e gerar empregos, além de expressar a intenção de indicar ministros ao STF com posições contrárias ao aborto, às drogas e alinhados à Constituição.
Flávio Bolsonaro reiterou sua defesa por medidas como o perdão para os envolvidos na tentativa de golpe de 8 de janeiro de 2023, o endurecimento de penas para crimes violentos e a castração química para condenados por estupro e abuso de crianças e mulheres. Clariana Barão (DC) e Edmilson Costa (PCB) não tiveram agendas públicas divulgadas para o fim de semana.


