De câmeras soviéticas a aplicativos: o que mudou na rotina dos detetives particulares no interior de SP

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De câmeras soviéticas a aplicativos: o que mudou na rotina dos detetives particulares Os filmes de Hollywood ajudaram a entalhar a imagem de um detetive particular na memória coletiva: sobretudo, chapéu e um olhar atento por trás de um jornal impresso, acompanhando cada passo dos seus alvos. A realidade, porém, é um pouco mais digital do que isso.

Ao longo dos anos, a profissão precisou se adaptar às novidades tecnológicas e às mudanças de comportamento da sociedade. Com o aumento dos casos de feminicídio, por exemplo, o serviço de localizar ex-companheiras após o fim de relacionamentos foi retirado do catálogo.

Mudança de comportamento de pessoas, de tecnologia, no psicológico das pessoas, tudo isso altera a cada dia. Se você ficar parado no tempo, sem se atualizar, sem estudar e pesquisar, você fica para trás.

🕵️ Em Campinas (SP), quatro profissionais ouvidos pelo g1 mergulharam em décadas de investigações e revelaram o que mudou no ramo de trabalho. Todos eles adiantaram que, apesar da constante transformação, uma máxima atravessa os anos: o sigilo.

Milton Silveira, detetive particular de Campinas (SP) que atua na área há 38 anos Reprodução/Instagram De câmeras soviéticas aos celulares A mudança principal foi nos equipamentos. Silveira ainda lembra do início da carreira, quando vigiava os alvos usando uma câmera analógica da marca soviética Zenit.

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