
Especialista de Marília explica avanços e protocolo paliativo para a doença de Creutzfeldt O diagnóstico da Doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ) no influenciador Lito Sousa, do canal Aviões e Músicas, reacendeu o debate sobre essa enfermidade rara e de rápida evolução. Em Marília (SP), um caso de 2021 da doença levou o professor e pesquisador da Unesp, Vitor Engrácia Valenti, a aprofundar estudos sobre o tema.
Já em Jundiaí (SP), a auxiliar administrativa Sílvia Zampoli testemunhou a progressão da doença no pai, em 2002, quando o conhecimento sobre a patologia ainda era limitado no Brasil. Lito Souza em vídeo posatdo nesta quarta-feira (26) Reprodução LEIA MAIS Afeto e superação: idoso de 80 anos conquista título de ‘Mais longevo com síndrome de Down’ do país Parceria entre Unesp de Bauru e Ibama descobre pelo DNA espécies marinhas traficadas no Aeroporto de Guarulhos VÍDEO: idoso internado no interior de SP recebe visita surpresa de cadela de estimação: ‘Satisfação muito grande’ Sintomas e confusão inicial O impacto dos sintomas motores e a confusão no diagnóstico foram analisados pelo professor da Unesp.
O cientista passou a se dedicar ao tema após acompanhar um morador de Marília em 2021. Em entrevista à TV TEM, ele explicou que o comprometimento da fala é um sinal marcante, mas frequentemente confunde médicos clínicos no início do quadro.
“A fala é um sintoma comum do início dessa doença, o que faz com que algumas pessoas acreditem que seja outro tipo de enfermidade. No caso de Marília e no de Lito, os sintomas afetam mais a parte motora e não apresentam problema cognitivo de início”, explica Vitor Engrácia Valenti.
Vitor Engrácia Valenti é professor e pesquisador da Unesp (SP) TV TEM/Reprodução Sem possibilidade de cura, o professor reforça que a conduta médica deve focar no suporte ao paciente e amparo emocional aos parentes. “A orientação são os cuidados paliativos, que visam ao alívio da dor e suporte psicológico.


