Tempo seco e descarte de lixo dificultam combate a queimadas em rodovias no oeste de SP

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Queimadas em margens de rodovias atingem 6 mil m² no ano e geram alerta O tempo seco, a vegetação ressecada e o descarte irregular de lixo às margens das rodovias acendem o alerta para o risco de queimadas no Oeste Paulista. Com a baixa umidade do ar e a falta de chuvas, concessionárias responsáveis por trechos de estradas da região intensificaram ações de prevenção e combate aos incêndios.

Segundo levantamento da Agência Reguladora de Transportes do Estado de São Paulo (Artesp), 13 focos de incêndio foram registrados nas rodovias da região nos primeiros seis meses de 2026, período em que as queimadas atingiram uma área de aproximadamente 6,5 mil metros quadrados de vegetação. Em 2026, 13 focos de incêndio já foram registrados, de acordo com a ARTESP Reprodução/Defesa Civil O cenário preocupa principalmente por causa das condições climáticas do período de estiagem.

Em 2025, ao longo de todo o ano, foram contabilizadas 98 queimadas nas faixas de domínio das rodovias da região. Segundo Marcos Lanutti, coordenador de operações da concessionária que administra trechos da Rodovia Raposo Tavares entre Presidente Prudente e Ourinhos, a combinação de vegetação ressecada com a falta de chuvas exige atenção dobrada.

“Observamos a vegetação ressecada, a ausência de chuvas e a baixa umidade, fatores que potencializam o risco de incêndios. Estamos em alerta vermelho nas rodovias da região”, diz.

Além das condições climáticas, o descarte irregular de materiais às margens das estradas também é apontado como um fator que pode contribuir para o surgimento e a propagação das chamas. Entre janeiro e junho deste ano, mais de seis toneladas de resíduos foram recolhidas pelas equipes de limpeza ao longo das rodovias regionais.

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